terça-feira, 29 de julho de 2008
Fosse o véu horizonte
Os olhos seriam prados de água plana,
essência de incenso fumegante,
trova da guitarra ancorada a oriente,
O chão chamaria ventres inquietos
passos ocultados no refúgio das mãos
deserto pressentido no aroma das searas
com a lua dissipada, ténue
Sou já cavalo alado
guerreiro do verbo libertar
caminhante do futuro ausente
pedra que o vento moldará
sábado, 24 de maio de 2008
Trovando, a caminho da praia guardada,
Cabelos embalam a vertigem do carro
Que atravessa searas sedentas de água.
A fotografia perfeita do dia imperfeito!
Risos cúmplices na fímbria da tarde,
Vozes que tecem afectos de seda
com a tonalidade vermelha da falésia,
Chão ausente.
Basta ...
Vem, chuva de sede do deserto,
Traz, do horizonte da planície,
a requebra ondulante dos montes.
Cabelos embalam a vertigem do carro
Que atravessa searas sedentas de água.
A fotografia perfeita do dia imperfeito!
Risos cúmplices na fímbria da tarde,
Vozes que tecem afectos de seda
com a tonalidade vermelha da falésia,
Chão ausente.
Basta ...
Vem, chuva de sede do deserto,
Traz, do horizonte da planície,
a requebra ondulante dos montes.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Choramos
a fome anunciada na nudez da televisão,
debruada com a exaltação
da liberdade a ferros conquistada.
A criança lamacenta
coabita com a miséria do luxo
sonha afectos de seda
caminha no fio invisível do mar
sente a dor da barriga inchada.
Eis a geografia cidade
em tempos de indignidade
a fome anunciada na nudez da televisão,
debruada com a exaltação
da liberdade a ferros conquistada.
A criança lamacenta
coabita com a miséria do luxo
sonha afectos de seda
caminha no fio invisível do mar
sente a dor da barriga inchada.
Eis a geografia cidade
em tempos de indignidade
Autor
Adelson Amaral
sábado, 10 de maio de 2008
O tremendo vazio do copo.
A cigarra marginal á beira mar.
Ali olhamos indignidades,
ausentes, cegos...
Meninos de mão dada, de uma frescura desconcertante,
percorrem a eira do dia, com liberdade, ingénuos.
Apesar do áspero caminho,
sonham, cantam, saltam. Em silêncio.
Senhores, de espada ao alto,
soçobram na ferocidade do pico.
Já não sonham,
apenas vincam sofrimento, indignos...
A cigarra marginal á beira mar.
Ali olhamos indignidades,
ausentes, cegos...
Meninos de mão dada, de uma frescura desconcertante,
percorrem a eira do dia, com liberdade, ingénuos.
Apesar do áspero caminho,
sonham, cantam, saltam. Em silêncio.
Senhores, de espada ao alto,
soçobram na ferocidade do pico.
Já não sonham,
apenas vincam sofrimento, indignos...
quinta-feira, 27 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
sábado, 6 de outubro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
domingo, 23 de setembro de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)






