quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

No riacho do cachimbo Índico,
Recolho pólen perdido na buzina dos dias,
Revejo perfume do casario
espraiado no resguardo do Rio...

A gargalhada da criança
Ressoa na requebra do mar,
Liberta nutrientes da liberdade.

Cicio verbos de plena quietude
Abraçado ao halo do entardecer
Extático.
Exposto a um tempo ausente


Arredores de Arraial D'Ajuda; Brasil


Indíos Pataxós; Porto Seguro; Brasil


Arredores de Arraial D'Ajuda; Brasil


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Irrepreensível silêncio da trovoada
tudo rompe tudo liberta;
A morte ocultada na miséria
A desesperança da alma
O murmúrio inaudível dos famintos ...

Subitamente
O sorriso da criança amanhece;
Ali o mar sossega a dor
Muda o desespero da areia...
estranho

o silêncio da trovoada

tudo rompe

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Ficarei por Aí
Deslumbrado
Sentado na marginal
a escutar rumores do vento
e ecos dos passos vindouros...

Imensos dias depois
nem poeira nem pó
somente água inteira fugaz
Sós