De súbito,
o sopro dilacera a essência do vento
que lapida a pedra,
os avós choram
e lágrimas secam o deserto.
Terrível, a dor que inunda o chão
e aniquila o verde dos progenitores.
Não olho o precipício
mas o Mar que clama marinheiros...
Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010
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